2share: divórcio e crianças

TENHO DUAS CASAS! E agora?!A imagem pode conter: uma ou mais pessoas

Os pais divorciados devem procurar toda a maturidade possível para entender a reação dos filhos nesta nova etapa das suas vidas. Ora, pode parecer-lhe impossível. Mas não é!

E, por mais cuidados que tenham ambas as partes, a rotina muda, assim como as crianças podem mudar: “Fui eu que fiz isto?” “Vai durar para sempre?”

Os mais pequenos ficam agitados podem voltar a fazer xixi na cama, podem ter pesadelos, medo do abandono e fantasias de reconciliação. As crianças mais crescidas podem passar a desenvolver problemas na escola; podem conduzir a raiva a alguma das partes; podem diminuir a capacidade de concentração e até podem apresentar problemas na socialização. Já os adolescentes podem sentir que foram eles que causaram a separação; podem recusar atividades escolares; podem apresentar sintomas físicos, entre outros.

Os pais podem-se sentir culpados, cansados, ansiosos e com medo. Podem tornar-se mais permissivos e menos disciplinados pois querem dar o que podem e não podem ao(s) seu(s) filho(s).

Fácil falar, está a pensar?

O que importa reter: se a decisão aconteceu deve-se ajudar os filhos a encarar a nova fase da forma mais equilibrada. Eles vão gostar de si não importa o que aconteça!

Com a ajuda de psicólogos, há formas de ajudar a criança nesta (re)adaptação, principalmente para que esta não se sinta culpada pelo divórcio (o que tende a acontecer por sentirem tensão na família) e para que não associe o divórcio à perda de uma ou ambas as partes.

Ficam algumas dicas que podem ajudar os pais:

• Mostrem segurança na decisão tomada pois as crianças sentem a hostilidade na família;
• Mantenham as regras;
• Mantenham a comunicação. Por mais difícil que seja, tente equilibrar a comunicação para que a rotina não seja alterada abruptamente mas sim de forma gradual;
• Verbalize várias vezes, dê conforto e explique aos seus filhos que continuam a gostar deles da mesma forma para que os seus filhos não se sintam desamparados ou culpados;
• Permitam que a criança se exprima sem julgamentos. Não é suficiente levá-la ao parque ou dar mais uma bolacha. A criança precisa sentir que pode falar sobre os seus medos e expressar as suas dúvidas e sentimentos;
• Acreditem nas vossas competências como pais para ajudar a criança nesta nova etapa.

Se o seu filho não está a saber lidar com esta situação, ligue-me.
Estou aqui para ajudar.

 

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